sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Passadiço é dor de cabeça

A ecovia do Atlântico,, entre a marginal de Caminha e a Praia da Foz do Rio Minho, é local de eleição para os amantes de caminhadas e bicicleta. No entanto, a manutenção do passadiço está a trazer dores de cabeça à Câmara Municipal de Caminha e, segundo um comunicado, um estudo para resolver o problema está a ser efectuado mas «As condições naturais e a utilização de materiais desadequados na intervenção ali realizada em 2008 obrigam a uma manutenção quase diária, mas ainda assim incapaz de resolver as questões estruturais da obra».
Uma solução «ideal» acarreta um « investimento muito avultado e por agora impossível.
A “requalificação” que implicou um investimento superior a meio milhão de euros, é hoje uma das mais fortes dores de cabeça do Executivo e motivo de descontentamento da população e dos turistas.
Miguel Alves, presidente do município caminhense, sublinhou que «há vários cenários em cima da mesa”, com anteprojectos já prontos e terá mais tarde ou mais cedo de ser feita uma opção. Este edil não escondeu que «na verdade, só há duas soluções para o problema: uma grande intervenção, pesada do ponto de vista financeiro, e nesta altura inviável, ou o encerramento do troço ao público, hipótese a que o Executivo tem resistido, dada a beleza e a importância do local em termos ambientais e turísticos.

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