A defesa de uma candidata que alegou ter sido preterida num concurso lançado pela Câmara Municipal de Caminha em 2010, então liderada por Júlia Paula Costa, recorreu para o Tribunal da Relação da sentença ditada em Fevereiro pelo tribunal de Viana do Castelo que absolveu a ex-autarca acusada de favorecimento na contratação de pessoal para a autarquia.
A ex-presidente da Câmara de Caminha Júlia Paula Costa foi absolvida dos crimes de prevaricação e abuso de poder num processo relacionado com a contratação de pessoal para departamentos da autarquia do distrito de Viana do Castelo.
A juíza que presidiu ao colectivo que julgou este caso sublinhou que, “em sede de processo penal, a prova produzida foi insuficiente” para sustentar os crimes de que vinha acusada a ex-autarca do PSD e referiu ainda não ter ficado também provada a existência de “um estratagema” de favorecimento na contratação das candidatas que venceram os concursos públicos então abertos.
O caso remonta a 2010 e prende-se com a realização de vários concursos para a admissão de técnicos superiores para diferentes departamentos da autarquia.
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