Ontem, 6 de Janeiro, a assembleia municipal de Caminha reuniu, sendo o Plano Director Municipal um dos temas em destaque. O município tem vindo a declarar que este documento é «equilibrado» e ««defende a paisagem e as pessoas». A oposição faz ouvir a sua voz e a sua posição quanto a este documento. Na semana passada avançou com uma nota de imprensa em que repudia e afirma existir uma «violação grave do direito da reserva da vida privada na página do município».
No entender dos sociais-democratas, a «obsessão fundamentalista» em aprovar o PDm, «contra tudo e todos», leva a que o executivo «permita que se coloque na página do município dados pessoais dos munícipes violando assim o direito básico de reserva da vida privada. Nenhum organismo público, em circunstância alguma, pode tornar público, numa página que pode ser acedida por uma rede internáutica global, dados pessoais de privados, à excepção do nome próprio da pessoa. Na página do município estão publicadas as reclamações ao novo PDM assim como cartões de cidadão dos munícipes, moradas, emails e contactos telefónicos dos mesmos, entre outros documentos privados.
O dito facto é condenado pela oposição de Caminha, que ainda o classifica de «ilegalidade grave e reprovável».
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